O Brasil que não queríamos

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O ano é 2018, eleições para presidente da República, e a vontade de mudar era tão grande que o país elegeu Jair Messias Bolsonaro, isso mesmo!

A surpresa foi tão grande que nem ele mesmo havia acreditado que se tornará o mandatário maior do Brasil, Presidente da Nação.

Seis meses se passaram após sua posse, 200 dias a frente da nação, e o que se viu e o que se vê? Retrocesso, isso mesmo “brasileiros e brasileiras”, o país regrediu 40 anos, conquistas como direito a democracia e liberdade de expressão, por exemplo, estão deixando de existir. O presidente a cada dia, minuto, segundo, fala coisas que surpreendem até mesmo seus auxiliares, é uma caixinha de surpresas do mal!

Acredita-se que a ficha dele não caiu ainda, ao passo que ele continua polarizando entre os que são do bem (àqueles que concordam e fecham os olhos a tudo o que ele diz e faz), e o lado do mal (àqueles que com um mínimo de bom senso, discordam, retrucam, questionam e abominam as atitudes de um presidente da República).

Bolsonaro a cada novo dia esta pior, inclusive existem àqueles que já pregam que não seja um caso de impedimento (Impeachment ), e sim de interdição psiquiátrica.

O homem conseguiu afirmar em alto e bom som que a jornalista Miriam Leitão, mente ao afirmar que sofreu abusos e foi torturada na prisão.

Dias atrás disse que o jornalista Glenn Greenwald, editor do site The Intercept Brasil, é casado com outro homem, e tem meninos adotados no Brasil. Que  Malandro é malandro, pra evitar um problema, casa com outro malandro, ou não casa, e adota criança no Brasil, para não ser deportado do Brasil.

Mas para piorar geral, sua última afirmação em entrevista coletiva, foi a de que se o presidente do Conselho Federal da OAB, Felipe Santa Cruz,  quiser saber como o pai desapareceu no período militar, ele, Jair Messias Bolsonaro, contaria a ele

Com certeza o país vive dias os quais jamais sonhamos!

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