Furacão Dorian atinge as Bahamas com rajadas de 295 km/h

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O furacão Dorian atingiu as ilhas das Bahamas, na América Central, com rajadas de vento que atingiram os 295 quilómetros por hora, deslocando-se agora para os EUA.

O furacão atingiu a categoria 5 (numa escala de 5) e as autoridades alertam para os “riscos elevados” que constitui a sua passagem, obrigando milhares de cidadãos das zonas mais baixas das Bahamas a evacuar as suas casas e procurar abrigos improvisados pelo Governo.

Para já, não há notícias de vítimas do furacão, que será dos mais fortes alguma vez registados no Atlântico.

As autoridades norte-americanas preparam-se agora para receber o furacão Dorian, no início da próxima semana, apesar de o seu rumo ser incerto e não haver certezas sobre a zona de impacto inicial na costa leste dos EUA, estimando-se que ele esteja a deslocar-se mais para norte do que inicialmente previsto, podendo não atingir o estado da Florida.

O aeroporto internacional de Orlando, na Florida, informou hoje que permanecerá aberto segunda-feira, depois de ter planeado interromper os voos comerciais a partir das 02:00 da madrugada (hora local) de segunda-feira, admitindo que o furacão possa não atingir a Florida.

Costa Este em alerta

O Furacão Dorian levou os Estados Unidos a emitir um alerta para a costa Este, prevenindo as populações para aquela que é a mais forte tempestade no Atlântico a chegar a terra desde 1935.

Horas depois, o governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, ordenou uma evacuação obrigatória de toda a costa daquele estado, que poderá vir a ser atingido pelo furacão ao longo da semana. A ordem abrange cerca de um milhão de pessoas, que estarão a sair de suas casas pela quarta vez em tantos anos.

“Uma maré capaz de ameaçar vidas e ventos fortes são esperados ao longo de partes da costa este da Flórida até meio da semana, e os respetivos alertas estão em vigor. Um pequeno desvio para a esquerda da previsão oficial poderia levar o núcleo do Dorian para perto ou sobre a costa este da Flórida”, pode ler-se numa mensagem do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, que assinala que os ventos de quase 300 quilómetros por hora são os mais fortes registados desde 1935 por um furacão a chegar a terra a partir do Oceano Atlântico.

Fonte: JN

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