UE deverá aceitar Brexit a 31 janeiro, com opção

Paula-Tooths

Documento preliminar citado pelo The Guardian indica que a UE deverá aceitar extensão do Brexit até 31 de janeiro, mas Reino Unido fica com opção de sair mais cedo se houver acordo.

A União Europeia deverá aceitar uma extensão em três meses do processo de saída do Reino Unido (Brexit), até 31 de janeiro, segundo um documento preliminar a que o The Guardian teve acesso este domingo. O documento define, também, que apesar dessa extensão de três meses, o Reino Unido poderá ficar com uma opção de sair mais cedo caso seja, entretanto, atingido um acordo entre as partes.

Estas são condições que podem, ainda, vir a alterar-se, já que este é um documento preliminar que irá ser discutido a partir desta segunda-feira. O documento prevê que, caso se atinja um acordo antes de 31 de janeiro de 2020, a data da saída efetiva da UE irá passar a ser o primeiro dia do mês seguinte.

Este desenvolvimento pode significar que o governo francês terá colocado de lado a sua postura mais rígida em relação a um novo adiamento, seguindo assim a pretensão defendida pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, de dar ainda mais tempo ao Reino Unido.

A confirmar-se este desenvolvimento, este será o segundo adiamento para a data do Brexit que a União Europeia concede ao Reino Unido. O primeiro aconteceu antes de ser vencido a data inicialmente fixada para o Brexit, 29 de março de 2019.

Nessa altura, o Governo britânico, então liderado por Theresa May, não conseguiu aprovar na Câmara dos Comuns um acordo de saída, mas foi ainda assim instado por aquela mesma câmara a evitar uma saída sem acordo. Perante esse impasse, Theresa May pediu uma extensão do prazo e conseguiu que Bruxelas alterasse o prazo limite para 31 de outubro de 2019.

Este desenvolvimento pode significar que o governo francês terá colocado de lado a sua postura mais rígida em relação a um novo adiamento, seguindo assim a pretensão defendida pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, de dar ainda mais tempo ao Reino Unido.

A confirmar-se este desenvolvimento, este será o segundo adiamento para a data do Brexit que a União Europeia concede ao Reino Unido. O primeiro aconteceu antes de ser vencido a data inicialmente fixada para o Brexit, 29 de março de 2019.

Nessa altura, o Governo britânico, então liderado por Theresa May, não conseguiu aprovar na Câmara dos Comuns um acordo de saída, mas foi ainda assim instado por aquela mesma câmara a evitar uma saída sem acordo. Perante esse impasse, Theresa May pediu uma extensão do prazo e conseguiu que Bruxelas alterasse o prazo limite para 31 de outubro de 2019.

Fonte: Observer