O que se projeta de dentro para fora! Ou do sobrenatural para dentro!

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avatar user=”EA1″ size=”thumbnail” align=”left”]Estevão Alves é um cidadão do mundo, pensador, libertário, resolvido com Deus! Hoje, radicado em Amsterdam e Colaborador do site Na Pauta Online – Holanda[/avatar]

A diferença! Vem do amor! Isso qualquer ser humano sabe!

Se não acredita no amor, bom sujeito não é! Não é confiável! Seja ele da sua convivência, da sua família! Seja você! Sem amor não há meios para uma sociedade!

Seja ele um ateu ou cristão, um fascista ou anarquista, seja pobre ou rico, preto ou branco, gay ou não!

Sem amor. São todos, exatamente iguais! São todos menores, baixos e mesquinhos! Aquele que não ama, puramente! Aquele que não conhece esse sentimento em sua plenitude, não é digno de ser!

Humano! Ou de ser semelhante ao todo aquele que é o poder que desconhecemos de ver!

De pegar, mas jamais de sentir! Se existe amor, existe alinhamento! Existe a semelhança, a unidade!

A simplicidade de poder ser diferente, e poder existir! Em amor!

A Rocha é feita de amor, para que nela tudo possa dali ser construído! A desconstrução do antigo pensamento é de destruir, e com amor, é de coexistir! Cooperar! Viver!

Parece clichê… Mas é dito claramente e jamais foi compreendido, o tal do amor!

Vamos então passar a falar do prazer! Não do prazer em ter, ou ser! Mas do prazer em saber que todas as crianças do mundo podem sorrir! Sem fome por exemplo! Que prazer eu sentiria ao saber que isso poderia estar acontecendo, que as mulheres não tivessem medo do homem, que o pobre pudesse ter voz, que o velho pudesse passar o que sabe, que os cristãos não desejassem torturas, que os anarquistas não fossem prepotentes, que os fascistas não existissem! Ao contrario do que realmente acontece! Mas, por mais que seja possível, não depende de mim, sozinho! Depende do amor! Ao próximo, antes de qualquer ação!

Poderíamos falar da paz, desejar a paz! Mas dela nem os revolucionários gostam! Pedem guerras o tempo todo! Buscam seus lados para guerrear! Jamais para ter paz! Pelos teclados esbravejam que morreriam por suas causas, mas jamais morreria pela paz absoluta! Pois nem acreditam nela! E zombam dos que acreditam!

Existe também a longanimidade…

Essa é complicada de alcançar! Como poder suportar a ofensa do outro! Mesmo que seja apenas ofensas de palavras jogadas ao vento, no tempo pretérito! Mas e se for apenas respeitar a diferença? Dos gays, dos maconheiros, dos tatuados, dos conservadores, ou do cidadão de bem!

Que é mau!

Como suportar o racista? Ou o debochado? Ou as novinhas dançando funk de shortinho?

Como respeitar!

E a benignidade? O ato de apenas ser bom! A atitude! Levando-o a ser bondoso, ou bondosa! Que bom seria se existissem pessoas bondosas! De verdade! Tipo aquele que doa sem querer saber pra que a sua doação ira servir! Seja para um cigarro ou uma pinga!

O bom sem olhar a quem! Sem depender do outro! Ser bom por ser bom!

E se formos leais? Lealdade! Constancia em ser fiel! Honesto e verdadeiro! Ou por natureza, por criação, ou por atitude! Da pra adquirir o ato de fidelidade! Basta ser!

Confiável! Não para ser provado! Mas para ser confiável no momento em que precisarem de você!

Seja para o que for! Apenas ser! Fiel!

Creio que jamais poderíamos todos ser mansos! Mansidão seria comparada a covardia em tempos atuais! Pois todos os iguais não são mansos! São guerreiros imaginários de uma luta criada para acabar com os seus próprios soldados! Mas e se não tivéssemos pressa?

Se fossemos mansos ao ponto de fazer parte do tempo, e não ser refém do relógio! Do dinheiro, do compromisso de ser aquele que os outros querem que você seja!

Passo o dia pensando, sendo aquele que não posso ser diante dos que vivem a minha volta! Preso ao não poder ser livre para ser quem eu quiser! Mesmo que eu seja apenas o que sou!

Poderia ser mais! Poderia ser muito mais semelhante ao todo! Poderia buscar fazer parte do plano original…

Queria eu, ser dominado pelo que eu penso, pelo que eu acredito!

Queria eu! Que o mundo fosse um! Para todos!
Queria eu! Que meu espírito fosse santo! Como o vento! Que sinto!

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