Florianópolis: onde ficar, quando ir e como se locomover

Paula de Abreu
Paula de Abreu – Editora de moda, designer, fashionista formada pela Polimoda Firenze e colaboradora do site Na Pauta Online – SP

As dicas de Floripa abrangem toda a cidade, do norte ao sul da ilha, passando pela Lagoa da Conceição, região central e até os bairros do continente.

Tem de tudo um pouco: praias, hotéis, restaurantes, passeios, mirantes, parques, áreas de lazer, museus e muito mais, incluindo destinos populares como Balneário Camboriú, Bombinhas, São Joaquim e o parque Beto Carrero World e muito mais.

A capital de Santa Catarina é uma ilha gigante, com tantas praias lindas em vários pontos distantes, que nos deixa na dúvida, onde ficar em Florianópolis. E se não bastasse, tem a questão de quando ir, pois o verão é a época mais legal.

Floripa é enorme do Centro ao Norte tem uns bons 30 km de carro. Grande e pequena ao mesmo tempo, é que em muitos bairros da ilha a sensação é de que se está em um balneário: casas, pequenas lojas, poucos prédios.

Como chegar

Há vôos diretos desde São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Campinas. Do exterior, chegam aviões de Buenos Aires.

O aeroporto de Florianópolis fica no sul da ilha, a 12 km da Rodoviária e a 14 km do Beiramar Shopping. Nos últimos anos o caminho entre a Beira-mar Sul e o aeroporto ganhou aterro, túnel e viaduto, mas ainda assim os 4 km finais do trajeto ainda são feitos em rodovia de pista simples, o que continua causando engarrafamentos em horários de pico. Na volta ao aeroporto, saia do Centro com uma hora de antecedência do início do check-in para não dar chabu.

Alugue um carro é melhor opção

Numa cidade com poucos táxis e com distâncias muito grandes para percorrer de ônibus, alugar um carro é a melhor alternativa para quem quer passear por conta própria. Mesmo sem conhecer a cidade, não há dificuldade em sair dirigindo do aeroporto; use Google Maps ou Waze como seu navegador.

A dica é: compare os preços nas locadoras tem diferença, tem locadoras que vocês paga em reais, sem IOF e pode ate parcelar.

Procure uma  locadora regional e por ser de lá, cobra preços bem mais em conta do que as rivais nacionais.

Florianópolis: onde ficar

No Centro ou na praia? Leve em consideração a época da viagem.

Fora de temporada, a hotelaria convencional do Centro é imbatível: você escolhe entre várias faixas de preço e conforto, e pode ir (de carro) a uma praia diferente a cada dia. Caso você considere hotéis fora do padrão mais convencional, o Centrinho da Lagoa também é uma ótima pedida, sobretudo se você resolver sua vida noturna por lá mesmo (vai dar para voltar a pé).

Na temporada, ou seja, entre o Natal e o Carnaval e nos feriados de outono (Páscoa, 21 de Abril, 1º de maio), a melhor estratégia para não penar no trânsito é se hospedar direto na praia que você mais tem intenção de frequentar. Para os indecisos e volúveis, o Centro continuará uma boa opção (apesar do trânsito), assim como o Centrinho da Lagoa de onde dá para ir de ônibus à Praia Mole.

A localização mais conveniente é na Beira-Mar Norte, junto ao Beiramar Shopping e ao pólo de restaurantes e bares da rua Bocaiúva e arredores. O hotel mais próximo ao shopping é o Blue Tree, que ultimamente passou por extensa reforma.

Pouco mais distante Majestic tem apartamentos a um só tempo modernos e aconchegantes, muitos deles com vistas lindas para a Baía Norte.

Sofitel, mais sofisticado do Centro fica a pouco menos de 10 minutos de caminhada do shopping: é o 5 estrelas Sofitel Florianópolis que, por ser bem menor do que outros hotéis da rede (tem pouco mais de 100 apartamentos), dá a sensação de estar hospedado num hotel-boutique.

Se você procura tarifas mais amigáveis, no miolinho do Centro ficam os três estrelas e os flats para executivos. No quesito relação custo x benefício, o destaque vai para o Valerim Plaza, que tem decoração clean e inclui o café da manhã na diária. O Ibis Florianópolis também fica por ali e é um porto seguro para os fãs da rede (o estacionamento, pago à parte, é bastante conveniente).

Numa faixa intermediária de preço entre os chiques da Beira-Mar e os mais baratos do Centro estão oInterCity Premium, bem onde a Beira-Mar faz a curva entre o Sul e o Norte, e o Mercure Florianópolis Centro, nos altos da Felipe Schmidt. Ambos estão bem posicionados para sair de carro para a Beira-Mar Norte rumo às praias.

Dos hotéis do miolo do Centrinho da Lagoa, o Don Zepe é o que está mais na muvuca. A decoração é clean e a acústica dos corredores não é boa.

Já a pousada Vagamundo tem localização nota 11: está no coração do centrinho, mas numa quadra sossegada. Tem garagem e apartamentos para casal e para grupos de até 4 ou 5 pessoas.

No Canto da Lagoa, a Pousada das Palmeiras esbanja charme num terreno apertado mas com bastante vegetação. Você vai precisar de carro.

Ah, sim: e se você estiver de carro e quiser ficar mais ou menos equidistante entre o Centro e a Lagoa, e já no caminho das praias do norte, o Mercure Convention oferece comodidade e boa relação custo x benefício.

Florianópolis: onde comer

Veja onde comer em Florianópolis: no centro, na Lagoa, nas praias, em Santo Antônio de Lisboa e no Ribeirão da Ilha. Não deixe de procurar no cardápio as especialidades da região: pastel de berbigão (vôngole), ostras ao natural, vieiras, anchova (entre o inverno e a primavera), corvina (o ano inteiro), moquecas (que levam dendê e leite de coco, como na Bahia), linguiças de Blumenau e cervejas artesanais do Vale do Itajaí. Se procura seqüência de camarão, dirija-se à avenida das Rendeiras, na Lagoa da Conceição.

A grande novidade gastronômica do centro da cidade é a revitalização do Mercado Público de Florianópolis, o clássico Box 32 famoso por seus petiscos feitos com matéria-prima selecionadíssima, continua ancorando a Ala Sul. Alguns dos novos ocupantes dão ênfase a cervejas artesanais e tapas catarinenses, como o Boteco Vai Quem Quer, o Balcão do Mané e o Beer Boss. O 1º domingo do mês das 7h às 17h; demais domingos, fechado.

Se bater vontade de comida da Terrinha, conte com as receitas de bacalhau e os doces autênticos do Delícias Portuguesas na Visconde de Ouro Preto, 559.

Orla de Coqueiros, na porção continental da cidade, oferece o que a Beira-Mar da ilha não tem: bares e restaurantes enfileirados com vista para o mar.

Vale a pena atravessar a ponte para um happy-hour no Zé Mané, o boteco com mais personalidade na área (experimente o “mocosadinho”, versão manezinha do escondidinho).

O Sabor Perú é um restaurante peruano de verdade (até alguns garçons e garçonetes são do Peru).

O Black Swan  é um combo de pub, sports bar e boteco, com várias marcas de chopp nacional (artesanal) e importado, burgers, nachos, coxinha, pastel, ostras gratinadas, grelhados… depois das 9 da noite, a fila na porta costuma ser extensa.

O Books & Beers é um ótimo bar disfarçado de livraria  (existem livros à venda, no térreo). O forte são as cervejas artesanais de garrafa, os petiscos autorais e a vista da Lagoa que se tem das janelas dos fundos.

Florianópolis: o que fazer:

Em dias de sol e também quando não der praia.

O segredo de explorar Florianópolis está em planejar passeios que aproveitem atrações de uma mesma região. Aqui vão algumas sugestões para você compor os seus dias.

*Combine uma praia no norte com uma visita à Fortaleza de São José da Ponta Grossa e termina com o pôr do sol em Santo Antônio de Lisboa.

*Escolha uma das praias do leste, depois vá ao Projeto Tamar ou então à Costa da Lagoa.

*Tire um dia para pegar praia no sul e faça uma visita, com almoço, ao Ribeirão da Ilha.

*Num dia frio ou nublado, visite o Centro Histórico. (Outros passeios possíveis: Tamar, Costa da Lagoa, Beto Carrero).

*Aproveite um dia de sol para fazer um passeio de barco.

*Caso queira visitar mais de uma praia no mesmo dia, atenha-se à mesma região: norte, leste ou sul. Funciona melhor em dias úteis. *Nos feriados e férias, cuidado: você pode passar mais tempo no trânsito do que nas praias.

*Passeios aos arredores? O melhor é à Guarda do Embaú.

Perfis das praias:

Escolher onde ficar em Florianópolis é de fundamental importância para evitar deslocamentos longos demais e até engarrafamentos. E também é crucial que você decida mais ou menos que praias quer visitar antes de ir.

*As praias do norte da ilha são, no geral, mais calminhas e menos frias do que as demais (são também as mais urbanizadas).

*As praias do leste da ilha normalmente têm ondas e um aspecto mais selvagem.

*As praias do sul da ilha, com exceção do Campeche, têm ocupação mais rústica, sem grande exploração imobiliária. A designação “sul” se refere mais ao fato de estarem na metade sul da ilha; a maioria praias está voltada para o leste (apenas Pântano do Sul e Solidão estão voltadas para o sul).

*As praias voltadas para o continente não costumam ser usadas para banho (a exceção é Daniela, considerada praia do norte).

  • Daniela

Sossegada e familiar, fica num bairro de casas de veraneio, um pouco adiante de Jurerê mas sem a muvuca da vizinha famosa. A faixa de areia é estreita; o canto direito tem pedras, e o esquerdo, um manguezal. O mar é supercalminho, bom para ir com crianças pequenas (tem quiosque).

  • Praia do Forte

Acessada pelo canto esquerdo de Jurerê, esta prainha na esquina noroeste da ilha é guardada pelo Forte de São José da Ponta Grossa. Restaurantes rústicos, situados ao longo da ruelinha que leva à praia, servem peixes e frutos do mar frescos.

  • Jurerê

A faixa de areia de Jurerê é estreita e o mar, calmo. Ao longo da praia há tendas que alugam cadeiras. A área fora do condomínio (todo o terço direito da praia) é conhecida como Jurerê Tradicional.

Jurerê Internacional, o seu diferencial está nos charmosos restaurantes que existem ao final das vielas Go Sunset, Café de la Musique,  Cosmo, o Parador P12  é um dayclub, com piscina e à noite vira balada.

  • Canasvieiras

É o balneário mais consolidado do norte da ilha, hoje é mais conhecida como o principal reduto dos argentinos na ilha. O mar é calmo e a faixa de areia, super-estreita. Do trapiche do lado direito da praia partem passeios de barco (não caia n’água neste trecho, está constantemente poluído).

  • Cachoeira do Bom Jesus e Ponta das Canas

Tem mar calmo e não costuma lotar, um point de hotéis que funcionam em sistema time-sharing e de edifícios de apartamentos alugados por temporada; os argentinos são seus principais clientes. Meu pitaco: se você veio até aqui, rode um pouquinho mais até a Lagoinha, que vale muito mais a pena.

  • Lagoinha

É uma ótima praia para levar crianças: a faixa de areia é larga, o mar é calmo e a densidade demográfica é menor do que em Jurerê ou Canasvieiras.

  • Praia Brava

Uma baita duma pirambeira conduz a uma das melhores praias para surf da ilha. Ali ficava o primeiro bar de praia a ficar famoso em Floripa: o Kioske do Pirata (demolido em 2012). Hoje as areias são atendidas por tendas de serviço.

  • Praia dos Ingleses

É a mais extensa das praias do norte: uma enseada em curva, um pouco ondulada no canto esquerdo, mas bem calma no canto direito. O canto esquerdo tem aspecto um pouco mais selvagem, a parte central é a mais urbanizada, enquanto o canto direito ainda funciona como uma colônia de pescadores. A praia tem quiosques e restaurantes e é bastante procurada por famílias.

  • Praia do Santinho

Apesar de voltada para o leste, é considerada uma praia do norte por ter acesso via Ingleses. O resort Costão do Santinho ocupa o canto sul (direito) da praia, mas há servidões públicas para acessar a praia. O lado esquerdo é dominado por dunas baixas. É uma praia para quem gosta de ondas e de praias com baixa densidade demográfica.

  • Praia do Moçambique

É mais selvagem da ilha: seus quase 9 km de costa estão contidos no Parque Florestal do Rio Vermelho. Não tem quiosques nem ambulantes mas tem ondas, que atraem os surfistas. Do outro lado da estrada, também dentro do parque, partem barquinhos que atravessam a Lagoa da Conceição até a Costa da Lagoa.

  • Barra da Lagoa

Esta enseadinha de águas calmas ao pé da praia do Moçambique é também uma aldeia de pescadores. Sedia uma estação do Projeto Tamar.

  • Praia Mole

Acho a Mole a praia mais bonita de Floripa. Mesmo estando perto do centro, você tem a impressão de ter ido para longe da civilização: não há nenhuma construção à vista, só os morros recobertos de verde. O mar não é calminho: tem ondas; a areia é fofa (mole!) e dificulta caminhadas é a favorita da moçada.

  • Praia da Joaquina

É a mais famosa de Floripa você vai sempre ver muitos ônibus de excursão no estacionamento. Sua fama se deve às ondas (que fazem dela sede de etapas de campeonatos) e às dunas (que se estendem a perder de vista). O canto esquerdo tem mar mais calminho; é onde ficam as famílias. Na estradinha entre a Lagoa e a praia é possível subir na duna e alugar prancha para fazer sandboard ou esquibunda.

  • Campeche

É a continuação da Joaquina. Andarilhos podem vir a pé (pelo menos uma hora na areia fofa), mas carros só têm acesso pelas estradas que servem o sul da ilha. A faixa de areia é larga e há ondas, o bar Point do Riozinho virou a alternativa para a moçada que não quer ir à Praia Mole. Na temporada e nos fins de semana mais movimentados, do Campeche saem botes infláveis para a Ilha do Campeche um percurso de 15 minutos, que custa R$ 100 por pessoa.

  • Morro das Pedras

Trecho final do praião que começa na Joaquina e continua pelo Campeche. Tem ondas e pouca gente na areia.

  • Armação

“Armações” eram como se chamavam os vilarejos fundados por colonos açorianos que se dedicavam à pesca baleeira. Esta era a armação da ilha de Santa Catarina originalmente, Armação do Pântano do Sul. Ainda hoje mantém um jeitão de vila, com casas de veraneio fora do centrinho. Quanto mais para o norte você caminha, mais larga fica a faixa de areia, e menos gente encontrará na praia.

  • Escunas

Escuna Sul opera dois roteiros. Um dos passeios leva 6 horas e em saída do Centro; passa por baixo da Ponte Hercílio Luz, visita as fortalezas de Ratones e de Anhatomirim, passeia pela Baía dos Golfinhos e tem parada de almoço numa praia em Governador Celso Ramos. O passeio de 5 horas sai do trapiche de Canasvieiras, visita a fortaleza de Anhatomirim, tem parada para almoço numa praia em Governador Celso Ramos e parada para banho na Ilha do Francês. Custam R$ 78 por pessoa (grátis para crianças até 1,20m). Almoço e ingressos para as fortalezas são pagos à parte.

Escuna Martin Capitão Gancho tem passeios de 5 horas de duração, com saída do trapiche de Canasvieiras. O roteiro inclui visita à fortaleza de Anhatomirim, parada para almoço numa praia em Governador Celso Ramos e parada para banho perto da Ilha do Francês. Custa R$ 78 por pessoa (grátis para crianças até 1,20m). Almoço e ingresso para a fortaleza são pagos à parte.

Para fazer um passeio de barco com ênfase em mergulho, consulte as saídas da Vento Sul. O roteiro mais vendido, de 6 horas, com saída do trapiche de Canasvieiras, passa pela Baía dos Golfinhos em Governador Celso Ramos e leva para mergulhar na reserva biológica marinha da Ilha do Arvoredo, já perto de Bombinhas.

  • Projeto Tamar

A Barra da Lagoa abriga a base florianopolitana do Projeto Tamar. Vários tanques exibem tartarugas-marinhas em diversos estágios de crescimento; há também uma sala de exposições e outra onde são exibidos vídeos. As crianças amam. O Tamar abre diariamente das 9h30 às 17h; entre o Natal e o Carnaval, o horário vai das 10h às 19h. O ingresso custa R$ 12 (R$ 6 para crianças até 12 anos, estudantes e idosos); baixinhos menores que 1,20m não pagam.

  • Observação de baleias

Entre junho e outubro, a costa catarinense é visitada por baleias franca que vêm ter e amamentar seus filhotes. Em 2013 a Justiça suspendeu, a pedido de uma ONG estrangeira, os passeios de observação que saíam de Garopaba e Imbituba, 80 km ao sul.

De todo modo, é possível observar as baleias sem sair da terra firme, na ilha. A praia da Armação, a 24 km do Beiramar Shopping no sul da ilha (onde as baleias costumavam ser capturadas, na época da colonização açoriana), é um dos pontos preferidos das baleias para amamentação. Você só precisa de binóculos.

  • Floripa não só praia

Casa da Alfândega

Vizinha ao Mercado Público, a Casa da Alfândega é o maior mercado de artesanato da ilha. Funciona num prédio de 1876 e seleciona os expositores entre os melhores artesãos do estado. Abre de 2ª a 6ª das 9h às 18h30; sábado das 9h às 13h.

Palácio Cruz e Sousa

Conhecido na cidade como Palácio Rosado, é uma construção colonial que foi modificada no fim do século 19. As salas conservam a aparência do início do século passado, justificando a denominação de Museu Histórico de Santa Catarina. Mas os ambientes não são nada republicanos: se dissessem que aqui despachavam os reis de Santa Catarina, dava para acreditar smile Praça XV de Novembro (Abre de 3ª a 6ª das 10h às 18h; sábado, domingo e feriado, das 10h às 16h.

Vilarejos açorianos 

O patrimônio histórico da ilha se estende para além do centro da cidade, nos vilarejos açorianos de Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha e nas fortalezas de São José da Ponta Grossa, Santo Antônio de Ratones e Anhatomirim.

Santo Antônio de Lisboa

A 14 km do Beiramar Shopping, o vilarejo de Santo Antônio de Lisboa um dos primeiros povoados açorianos da ilha é meio que a “Santa Teresa” de Florianópolis: um lugar bucólico e artístico.

Por ali, uma entradinha na galeria Casa Açoriana Artes e Tramóias Ilhôas (nome melhor não existe!) é de lei, para passar em revista as obras de arte e as peças únicas de artesanato em exposição. Depois, escolha um dos restaurantes com vista para o mar na rua XV de Novembro, como o Freguesia Bar, Villa do Porto (num casarão histórico, a Marisqueira Sintra, o Chão Batido e o Ponto G Brasa & Fogão.

Continuando pela orlinha na direção norte direita de que olha para o mar você vai dar na vizinha Sambaqui, que também tem restaurantes à beira-mar. Do centrinho do povoado é possível contratar um barqueiro para visitar a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones.

Ribeirão da Ilha

é o maior pólo de cultivo de ostras de Floripa, aqui se cria, aqui se prova: o Ribeirão da Ilha hoje é um centro gastronômico. A maioria dos restaurantes ao longo da rodovia Baldicero Filomeno têm decks ou mesmo píers avançando no mar de dentro.

Ônibus de city-tour

A Floripa By Bus opera vários roteiros de city-tour pela ilha, em ônibus de dois andares. O esquema não é hop-on hop-off, não: cada itinerário tem entre duas e três paradas em que todos os passageiros descem e sobem entre 20 e 50 minutos depois, de acordo com o tempo necessário para explorar aquela parada. Os diversos roteiros saem em dias específicos, sempre que houver 10 passageiros confirmados. O roteiro mais completo é o Meia Ilha, que vai da Lagoa a Ingleses, voltando por Jurerê e Santo Antônio de Lisboa (paradas num mirante entre a Lagoa e Praia Mole, na Barra da Lagoa e em Jurerê). O roteiro Leste & Norte é um Meia Ilha simplificado, sem a passagem por Santo Antônio. O itinerário Encantos do Sul leva às praias do sul da Ilha, com paradas na cabeceira da Ponte Hercílio Luz e na Praia da Armação. Há também um passeio noturno, o Luzes da Cidade. Itinerários, horários, pontos de embarque e preços (entre R$ 50 e R$ 80; crianças entre 4 e 12 anos pagam meia-entrada; maiores de 60 anos têm desconto)

Trilhas

Com extensas áreas protegidas, a Ilha de Santa Catarina é uma meca para andarilhos e ciclistas. O Guia Floripa tem um excelente inventário das trilhas para quem quer caminhar. Já o Trilhas BR compila as trilhas para fazer de bike na ilha e arredores.

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