José Carlos Pereira lança novo livro infanto juvenil, “O Sol Não Anda”, em coautoria com Beatriz Félix

O livro apela à relação pais e filhos, a natureza e o universo

José Carlos Pereira, colaborador do “Na Pauta Oniine”, poeta, escritor, jornalista e figura ativa em movimentos culturais do seu país, natural e residente em Portugal, lança hoje 29/03, um novo livro infanto juvenil, intitulado “O Sol Não Anda”, desta vez em coautoria com Beatriz Félix, a ilustradora da obra, nascida em Moçambique, de nacionalidade portuguesa, atualmente, a residir em Inglaterra, onde exerce a profissão de arquiteta. O design do livro é de Marina Leão.

O livro vai ser apresentado na cidade do Porto, no Fantasporto – Festival Internacional de Cinema do Porto, que é o maior festival de cinema em Portugal, dirigido por Beatriz Pacheco Pereira e  Mário Dorminsky, e que este ano celebra 40 anos de existência.

Segundo Lília de Castro e Costa, mentora do projeto editorial de “O Sol Não Anda”, este novo livro “apela ao diálogo entre pais, aprecia a beleza e os dons da natureza e revela a dinâmica do universo”.

Nesta sessão de lançamento, Miguel Gonçalves, uma das mais conhecidas figuras de comunicação de Ciência em Portugal e aposentador do programa “Última Fronteira, da RTP (TV estatal portuguesa), fará a apreciação científica do livro, enquanto que o poeta Aurelino Costa falará da parte literária e fará uma animação de leitura com uma atriz, Cristiana José Rodrigues.

Recorde-se que o anterior livro infanto juvenil de José Carlos Pereira “Miguel Sarapintas e o Pinto de Três Patas”, que aborda o bullying, é uma obra bem conhecida em Portugal. Estái na 3.ª edição mais uma em Braille. A 2ª edição, de 2013,  foi apresentada por Maria Barroso, antiga primeira-dama de Portugal, esposa do antigo Presidente da República Mário Soares, ambos já falecidos.

É a seguinte a sinopse do livro que agora vai ser lançado: “O pai do José levou-o consigo a passear até ao cimo do monte Galileu, numa tarde muito quente do mês de julho. Um calor tão intenso que os obrigava a fazer pausas durante o percurso. Ouvia-se o cantar dos grilos, das cigarras, das abelhas e de outras espécies de insetos. Os dois caminhantes apreciaram a abundante vegetação, apanharam amoras e vidros partidos espalhados pelo chão. O pai do José ordenou-lhe para que não olhasse diretamente para o Sol. A partir daí, o astro-rei foi o tema para uma lição científica alargada, dada pelo pai, sobre os corpos celestes e a sua atividade no Universo”.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here