E Daí?

O sábio proverbio popular diz: “Quem semeia vento colhe tempestade.”

Há tempos que o presidente anda plantando tempestade nas redes sociais, juntamente com a equipe do seu, intitulado, gabinete do ódio.
Como é de conhecimento na boca pequena do poder, que algumas figurinhas carimbadas do poder nacional, já estavam prevendo um tsunami pela frente.

Com a saída do super ministro, Sergio Moro, um terremoto com escala Richter de 8 pontos, pode ter transformado em um Tsunami a tempestade plantada.

A conversa entre pequenas alas do poder dão conta, que a saída de Moro se deu por um único motivo: A prisão eminente de um dos membros da família Bolsonaro.

E a única maneira disso não acontecer era despejando Moro da cadeira. E assim, foi feito
Porém, a Família não contava com a artilharia pesada do ex. ministro Moro, bem como a solidariedade da família do jurídica tupiniquim.

Celso de Mello deu continuidade ao MS 37083, que pede a Rodrigo Maia a continuidade legal do processo de impeachment do Bolsonaro protocolado na Casa. O qual segue dormindo em alguma gaveta da presidência na câmara dos deputados.

Maia, em conversa privada com membros da corte, disse que um pedido de impeachment, mesmo a situação extrapolando a compreensão humana, poderia não atingir Bolsonaro, pois há grandes chances do pedido nascer morto – Afinal Bolsonaro está oferecendo mundo e fundos para os carreiristas de plantão. Aceitando o pedido de impeachment, Maia é obrigado a criar uma comissão especial para avaliar o pedido detalhadamente. E quem está sendo agraciado por cargos, podem fazer parte dessa comissão e por tanto, dizer que não há indício, arquivarem o pedido e Bolsonaro se “fortalece” ainda mais.

Assim sendo, temos uma segunda opção, a qual se vislumbra como sendo a decisão tomada e a qual está criando um formato: A ingerência do STF.

O ministro Alexandre de Moraes quem decidirá, a partir de agora o futuro na nação.

Com ele estão os dois inquéritos sobre apuração do Gabinete do ódio e hoje 29 de Abril, anulou a decisão de Alexandre Ramagem para a diretoria da Policia Federal.
Celso de Mello, além de relator do MS 37083, ontem autorizou a abertura de inquérito para investigar as denúncias feitas pelo ex. Ministro Moro.

Daí você me virá com: artigo 86, §4º, afirma que:

“O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.”

A maioria dos cidadãos acha que isso torna o político, principalmente o presidente, alguém com uma imunidade parlamentar perpetua enquanto estiver no cargo.
Porém existem duas brechas nesse artigo:

  • Por crimes de responsabilidade, em processo de impeachment.
  • Por infrações comuns (penais), em ação do STF,apenas quando tiverem relação com o exercício da presidência.

Pois é. Dizem a boca pequena que talvez tenhamos na história um presidente sendo preso, em pleno exercício do mandato.

Seria o fim propicio para o duble tupiniquim do Trump? Só o tempo e os intere$$e$ responderão essa pergunta

In Memoriam: Robson Franco

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