Comunicar é um ato revolucionário

No dia 05 de maio de 1865, em Mimoso, atualmente Santo Antônio de Leverger, no Mato Grosso nascia Cândido Mariano da Silva, mais conhecido como Marechal Rondon. Responsável pela instalação de linhas telegráficas, ele começou a revolucionar as comunicações, data celebrativa no dia de hoje, 5. Já que comunicar é dar a conhecer, divulgar ou informar esta ação que passa por uma evolução na sociedade diariamente.

A comunicação é realizada por telefone, cartas, e-mail, mensagens de aplicativos, mídias sociais, rádio, televisão e diversas outras formas. Em tempos de pandemia os profissionais da comunicação se reinventam a cada dia tornando o processo que já é complexo: revolucionário. Para se tornar rápida, efetiva e com o auxílio da internet, a conectividade permite finalizar as distâncias existentes entre as pessoas. As entrevistas dos jornalistas orientadas a serem realizadas pessoalmente ganham força pelo e-mail ou ao vivo (respeitando o distanciamento social) e através de links.

A gravação de vídeo é uma ferramentas para a assessoria ao enviar a comunicação do cliente para a imprensa. As lives (odiadas por alguns), criticadas por outros e amadas por outras pessoas viraram a bola da vez para que a estadia em casa seja amenizada por não poder sair para a rua e encontrar o amigo, banda ou cantor favorito. Maio já começa com o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa lembrado no último domingo, e nesta terça-feira, com o Dia Nacional das Comunicações cujas datas servem para lembrar a importância da informação de qualidade trazida por profissionais habilitados.

Uma sociedade que vive duas crises: sanitária e política precisa valorizar mais o profissional da comunicação e entender que ele tem a responsabilidade de servi-la. Apenas isso. É uma tarefa árdua com manifestações de ódio, agressões tanto aos profissionais de saúde (linha de frente no combate ao coronavírus) quanto aos jornalistas que merecem nosso respeito. Espero que o egoísmo não prevaleça, o amor contagie a todos e continuemos seguindo, assim como o apelo do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres fez aos governos e para a sociedade de garantir que os jornalistas façam seu trabalho durante a pandemia e outros temas.

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