Produtividade dos tribunais goianos é destaque no CNJ

Foto: Patrícia Carrijo (presidente da Asmego) crédito Luciana Lombardi

Os juízes, desembargadores e servidores de Goiás estão entre os mais produtivos do País. Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontam que o Tribunal de Justiça de Goiás ocupa a 6ª posição em decisões, com 165.467; o 7º lugar com 275.905 despachos e o 9º com 84.081 sentenças e acórdãos proferidos no  regime de teletrabalho.

Na comparação apenas entre os tribunais de médio porte, o TJ-GO é o segundo em números absolutos de decisões, despachos e também de recursos destinados para combater o novo coronavírus, que alcançou o montante de R$ 10,3 milhões.

Os números disponíveis no painel do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) consideram todos os segmentos de Justiça, ou seja, os tribunais eleitorais, estaduais, federais, militar, do trabalho e tribunais superiores.

De acordo com a presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego), o trabalho dos magistrados é de extrema importância para a sociedade, por isso não pode parar. “Temos inúmeros casos nos mais variados setores que vão parar no Judiciário para que se resolvam os conflitos, como os contratos que estão sendo descumpridos, suspensos ou rompidos, as pessoas que precisam de uma UTI, os problemas para as empresas que estão em dificuldade financeira neste momento e que podem acabar gerando ações de recuperação judicial, enfim, são tantas as situações que cabem ao juiz a conciliação desses direitos individuais com os direitos coletivos, para que não haja conflitos, que nós simplesmente não podemos parar”, afirmou.

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