A mãe divorciada…

A realidade da sociedade atual.

 

Hoje é muito comum ser divorciado, certo? Certo.

Mas algumas coisas não mudam de jeito nenhum…

Mulheres divorciadas, que são mães, você por acaso já parou para pensar como é estar nesta posição, mediante a sociedade que temos hoje?

Todos nós já tivemos que lidar com pessoas que criam expectativas, fazem promessas ou se comprometem a fazer alguma coisa, mas que acabam decidindo dar as costas. Isso acontece na esfera amorosa, quando um dos dois desaparece e o outro não sabe o que pensar, nos negócios e no trabalho, quando ele se permite e dedica tempo para chegar a um acordo que não é respeitado.

Virar as costas é o estilo pessoal de algumas pessoas. É assim que alguns criminosos também costumam se comportar: querem obter um benefício, mas não estão dispostos a pagar o preço do risco que correm.

“Tentar lutar contra um inimigo invisível é como tentar escapar da própria existência”

Esse comportamento é muito prejudicial para quem sofre. Causa uma profunda desorientação. Pode-se gastar muito tempo tentando montar o quebra-cabeça e entender por que alguém fez isso. No final, é possível que apenas uma grande desconfiança dos outros e uma massa de recriminações contra si mesmo permaneçam. Por esse motivo, aqui está uma ajuda para não deixar isso acontecer.

Aqueles que se permitem virar as costas o fazem porque sabem ou acham que fizeram algo errado. Eles não têm peso, lógica, honestidade, responsabilidade ou consideração para com a outra pessoa.

Agimos conscientemente contra a ética ou os valores. Ao mesmo tempo, surge a ambivalência: a incapacidade de admitir aos outros que o comportamento de alguém é inadequado , que um erro foi cometido, uma atitude para se envergonhar.

No entanto, ao mesmo tempo, essa atitude indica falta de modéstia. Dar as costas é uma maneira de resolver um problema ignorando a outra pessoa, privando-a de uma consideração bem merecida.

Entende-se que não há interesse em remediar os danos e que existe um certo desprezo (“não é tão sério”); a pessoa afetada deve enfrentar as consequências e aceitar que não há nada que possa fazer sobre isso.

Nesse sentido, virar as costas também é uma forma de cinismo, ou seja, você age deliberadamente incorretamente e deixa a pessoa em questão resolver tudo da melhor maneira possível.

A incapacidade de assumir a responsabilidade

Dar as costas também é, obviamente, um sinal de falta de responsabilidade, de empatia. As relações são baseadas em acordos coletivos, implícitos ou explícitos. Leis, religiões e ideologias são meios de transmitir a importância desses acordos, necessários à convivência em grupo. Nós nos beneficiamos dos outros e, em troca, devemos lhes trazer benefícios. Este é o acordo básico.

Responsabilidade refere-se à capacidade de responder e é aprendida nos primeiros anos de vida. Implica uma consciência dos compromissos e obrigações que temos para com os outros. Alguns entendem que a responsabilidade é uma escolha pessoal. Não é necessário que alguém esteja observando que os pactos sejam respeitados. Não depende da recompensa ou punição dos outros, mas da consciência de alguém.

Ao dar as costas, você evita a obrigação de responder pelo seu trabalho. Essa atitude quebra compromissos e, é claro, também a confiança. Obviamente, esse é um comportamento que denota falta de autonomia. Aqueles que preferem se esconder são vítimas do esquema de punição e recompensa. Ele age como quando era criança, se escondendo depois de cometer um erro.

O que fazer com aqueles que nos dão as costas

Uma pessoa que vira as costas pode causar muitos danos a outras pessoas. Na verdade, pode ser muito doloroso quando eles nos machucam sem nem se desculpar. É algo que leva a pessoa a sentir um enorme desamparo. Nas devidas proporções, pode ser considerado um golpe emocional.

Virar as costas causa muita dor

Esse tipo de atitude também representa uma forma de manipulação . Ao deixar a resolução da situação nas mãos de apenas uma das duas partes, um novo mal-estar é criado. A ausência daqueles que nos viraram as costas cria e mantém obstáculos. O conflito permanece no limbo e, de uma maneira ou de outra, continua ao longo do tempo, com todas as emoções negativas dele decorrentes.

Quando você fica com a responsabilidade de fechar uma situação que pertencia a dois ou mais indivíduos, basta aceitar o desafio. Deixe de lado aqueles que nos dão as costas. Resolvemos o que pode ser resolvido e viramos a página. É a coisa mais sábia.

Autor desconhecido- compartilhado em um grupo de Whatsapp por Selma Guimarães

 

A realidade acima é tão comum como possamos imaginar, dentro dos casamentos atuais. O que sobra são mulheres adoecidas, massacradas, agredidas, anuladas, cheias de traumas, e é justamente assim que elas são  jogadas no mundo.

Primeiro de tudo vem os problemas financeiros.

Logo após vem os julgamentos e preconceitos, por parte de todos.

O que essas mulheres mais ouvem é:

Mas mulher com filho não pode casar e nem namorar.

Mulher com filho não pode ser vaidosa.

Mulher com filho não pode sair.

Mulher com filho não pode rir, nem chorar.

Mulher com filho não pode ir em qualquer lugar pois não são todos que as permitem levar seus filhos.

Mulher com filho não pode desabafar sobre o casamento trágico, pois falar do ex é  feio, é dor de cotovelo, é sinal de que não esqueceu e quer voltar.

Mas espera ai…

E o ex? Ele pode tudo?

Ninguém julga, ninguém condena…

Depois vem o ex que insiste em continuar com o pacote de maldades, pois quem pediu o divórcio foi ela e ele não aceita isso, porque macho que é macho é ele que pede o divórcio ou massacra a mulher até a mesma não aguentar mais, geralmente a tática é massacrar para as mulheres terminarem mas perante a sociedade eles tem que se mostrar como “o macho que pôs a mulher para correr”, tem que mostrar sua masculinidade idiota, então começa a parte dois do filme de terror, para esta mulher que não dá conta nem de se carregar, com suas dores.

Ela vira a louca, surtada da história…

Junto a isso tudo vem a chuva de homens de todos os “modelos”, dando em cima, são homens casados, solteiros, parentes, colegas, amigos dentre outros, para eles divorciada é vítima fácil, então por que não vamos aproveitar né? Por que não?

Vem também os “pseudo religiosas” com os comentários indesejados como: Nossa, mas você não lutou pelo seu casamento? Como você não percebeu que ele era assim antes? Nossa, mas você vai para o inferno, pois divórcio não é de Deus. Dentre milhares de outros, como se a vida dessas pessoas fossem perfeitas. Quem mandou você escolher errado?

Opa espera ai, as pessoas mostram somente a parte delas que elas querem que as outras vejam, o uso de máscaras é tão comum quanto possamos imaginar e somente após o casamento, a convivência é que realmente as máscaras caem.

Todas as responsabilidades relacionadas ao funcionamento e andamento da casa, educação dos filhos fica por conta dela que quando pede ajuda ao ex marido o mesmo a agride, fazendo ameças, pois ele trabalha e não pode ser presente na vida do filho mais, ou melhor nunca foi pois pais que tratam a esposas assim geralmente são pessoas ausentes do lar e que negligenciam seus filhos.

Foram criadas legislações que obrigam a estes pais o pagamento de pensões e um pseudo-direito de ficar com os filhos, mas os mesmos nunca quiseram isso quando casados porque quando separados vão querer? Na grande maioria a satisfação dada a família e sociedade fala mais alto para dar uma de bons mocinhos e bons pais e que com total apoio dos familiares continuam massacrando as ex esposas, mesmo assim, como quem não ama, não cuida direito, deixam sempre a desejar muito nos cuidados com os filhos, trazem para as mães com vários problemas e elas que se virem com os filhos doentes, elas que se virem para dar o suporte que o filho precisa, com isso elas faltam ao serviço, que as fazem perder dias de trabalho, noites de sono, mas tudo bem né, ele é o pai e o que importa é o direito da criança, e será mesmo que as crianças gostam de sair de suas casas, de suas rotinas, para como sempre voltarem com algum infortúnio, devido aos cuidados que os pais dispensam? Eles podem gerar sofrimento a criança, afinal isso não importa, uma assadura, um intestino preso por falta de seguir o tratamento médico da criança, uma insolação por falta de passar protetor solar que estava na bolsa enviada a mãe, dentre outros, não traz nada a eles né, mas as crianças que são o foco principal sim, essas crianças sofrem sim pelo descaso do pai que tem o direito a expor elas a isso. Ele é o pai ridículo que a lei garante seus direitos.

E essa mulher? Que mesmo separada continua sendo massacrada, ameaçada por estes caras? Pois é, as mesmas não tem apoio das famílias, os amigos afastam e elas viram parte da sociedade que ninguém quer ter por perto, sabe porque? Por que elas enfrentaram o mundo para ter uma vida melhor, por que por amor aos filhos elas enfrentaram um divórcio com intuito de ter uma vida. Mas para sociedade atual, não se pode pois é errado sair das garras de abusadores, traidores, mulher sem homem não é mulher, não existe, não merece respeito.

A vida delas não é fácil pois a justiça não avalia o histórico desta relação para conceder algo a esses pais que se deliciam e nadam de braçada com esses direitos concedidos e cada vez mais aumentam o grau do massacre pois eles estão com os pontos fracos delas nas mãos (filhos) para usarem como quiserem contra elas. É um jogo muito covarde, baixo e mesquinho… Mas a errada é a mãe, não é mesmo?

Ahhh mas por que ela não vai a delegacia e denuncia? Você já foi? Sabe como funciona? Então não é simples assim não…

E você já conviveu com pessoas que planejam tudo que vão fazer? Que não deixam rastros e  pagam de bonzinhos mediante a sociedade? Estamos falando deste tipo de perfil.

Pois é estes homens são assim, super inteligentes e não deixam vestígios.

Difícil entender isso viu, pois justiça deveria ser justa e essas mães deveriam ser ouvidas primeiramente antes de qualquer coisa! Pais que agridem suas companheiras, não são dignos de ter qualquer tipo de direito, pois a chance de agredirem os filhos é quase 100%.

Acredito que tanto pais quanto mães deveriam fazer jus a bons comportamentos e exemplos, para merecerem ter direitos sobre os filhos, como um pai que maltrata, massacra a mãe de seus filhos pode ser um bom pai? Ah mas a relação dos pais não tem nada a ver com a condição de filho. Tem sim e muito, mãe para criar, educar bem tem que ter sossego e o mínimo a ser exigido seria respeito a elas que fazem esse papel tão importante sozinhas, isso mesmo sozinhas, por que pai separou não está nem ai para o filho, tanto que tivemos que garantir os direitos das crianças por lei. Como confiar em um cara desses? Alguns vão falar, mas tem mulheres difíceis também, sim, mas a maioria dos homens aproveitam dos direitos que eles tem para continuarem com suas loucuras, eles tem outras famílias, mas continuam a massacrar as exs mulheres usando os filhos contra elas e ai você pergunta mas faz porque ela deixa, mas não é assim não viu, resolver a vida do outro é muito fácil à distância por que quando elas precisam não aparece um para ajudar ou simplesmente ouvi-las sem julgar, homem usa sim esses direitos para se vingarem das exs esposas.

Enquanto isso muitas mães continuam passando pelo massacre, mesmo separadas desses monstros. E ai essas mulheres não são seres humanos? Elas não tem sentimentos?

Fica aqui a dica, essas mulheres merecem sim respeito, merecem que todos se curvem a elas, pois mesmo com tudo isso são pessoas dignas e que conseguem criar seus filhos e fazê-los pessoas de bem.

Um brinde às mães divorciadas, mulheres fortes, solitárias, mas que não desistem!

 

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here