Câmara rejeita veto ao projeto que autoriza a implantação do táxi-lotação em Goiânia

Vereador por Goiânia, Paulo Magalhães (Foto: Atonio Silva)

A Câmara Municipal de Goiânia rejeitou, durante sessão plenária desta quarta-feira (12), o veto do Prefeito Iris Rezende (MDB) ao projeto de lei nº 266/2019, de autoria do vereador Paulo Magalhães (DEM), que autoriza instituir o serviço de táxi-lotação em Goiânia, como transporte alternativo complementar aos serviços de táxi comum.

“Conseguimos com o apoio de 20 vereadores derrubar o veto à esse projeto, que tem como objetivo ajudar os taxistas a ter aumento nas viagens e ainda oferecer um complemento ao transporte público. Conto, agora, com o apoio e sensatez do presidente Romário Policarpo para promulgar essa lei”, afirmou Paulo Magalhães.

Segundo o parlamentar, com a legalização dos aplicativos de mobilidade urbana disponíveis no mercado os taxistas perderam espaço devido à questão do preço e da facilidade de se compartilhar viagens com outros passageiros, o que é mais rentável para o motorista e mais econômico para o passageiro.

A nova lei autoriza a criação de um transporte alternativo complementar ao serviço de táxi convencional, em que os veículos rodam com itinerário afixado no para-brisa e cobram por pessoa. “O táxi-lotação é uma alternativa viável não apenas para aqueles que buscam mais comodidade nos deslocamentos, como também para os que querem mais economia e segurança”, justifica.

Atualmente, outros municípios brasileiros já possuem esse serviço, como por exemplo, Caxias do Sul, São Paulo, Imperatriz, Belo Horizonte, Porto Alegre, entre outros.

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