Eu sou o “médico” de mim mesmo?

Ao ler um livro com direcionamento religioso, o seguinte termo, mexeu comigo: -­ “ Você é o médico de si mesmo”, parei um longo período a refletir, várias coisas passaram em minha mente, retornei à minha infância e fui percebendo situações jamais percebidas anteriormente, que mexeram comigo profundamente.

Então, outra visão de mundo apareceu, em um pequeno tempo de reflexão…. Com este momento, fui levada a grandes descobertas. Todos nós vivemos em uma busca eterna, mas afinal que busca é essa? Pois sempre que conquistamos algo que desejávamos muito, sempre aparece outras coisas a serem desejadas/conquistadas, com isso percebe-se o grande vazio em que vivemos, não nos satisfazemos nunca, pois nossa busca real não é material e sim espiritual.

Somos os “médicos” de nós mesmos? Sim! Através do autoconhecimento, da mudança de hábitos, do amor próprio, da autoestima, finalmente conseguiremos nos encontrar e perceber que não interessa tanto o material e sim o espiritual, o eu.

Na realidade somos nós com nós mesmos, sempre…

Como podemos nos curar? Através de ações e atos que nos favoreçam de maneira não egoísticas e sim de amor para conosco, para com nossas deficiências e sempre acreditando na capacidade de melhoria e oportunidade de recomeço que nos é dada a cada novo dia.

Errar é humano, cair em tentações também, o patológico é não procurar se corrigir, modificar aquilo que nos levou a queda. Que a cada queda, a cada tombo possamos levantar mais fortes, rejuvenescidos e com uma visão nova sobre o que é viver bem.

Tudo ao nosso redor nos enfraquecer, pode nos fazer cair, nos adoecer se não for bem administrado, sendo necessário estabelecermos métodos de condutas/hábitos que possamos adquirir a famosa qualidade de vida.

Que métodos são esses?

– Hábitos alimentares adequados;

– Prática de exercícios físicos;

– Ingesta de água;

– Hábito da leitura;

– Crença religiosa;

– Trabalho saudável;

– Estudos;

– Relações pessoais saudáveis;

– Lazer;

– Pertencimento;

– Autonomia;

– Conhecimento da verdade sobre si mesmo;

– Pensamentos positivos;

– Interação com pessoas que possuem bons princípios;

– Frequentar locais saudáveis;

– Assistir, ler coisas saudáveis;

– Mudança sobre visões do que é a vida;

– Aceitar seus erros e os corrigir;

– Não se culpar pelos erros, se acolher;

– Não viver no passado…

Enfim, ser uma pessoa que interaja com o mundo de forma saudável, sabendo que a vida é um cair e levantar eterno é um rasgar-se e levantar-se contínuo.

Saber administrar as adversidades e admitir seus erros e corrigi-los, seguindo confiante que um novo dia virá e que nova oportunidade será dada, por mais que o castigo pelos atos errados seja dado, saber que um dia tudo em sua hora, dará certo e será resolvido.

A vida é um plantar e colher constante! É tomar lá dá cá, eterno!

Isso causa um grande medo e espanto nas pessoas, pois a consciência cobra e muito e as pessoas não conseguem lidar com isso, buscam vários meios alternativos para suprir suas carências e problemas internos. Enganam-se em procurar lá fora e em outras pessoas. Quem mais poderia ser o responsável pela sua cura, pelas mudanças internas e de hábitos e posturas a não ser você mesmo?

Você é a pessoa mais importante do seu mundo, e merece todo cuidado e amor. Por que não se voltar para si mesmo e finalmente se aventurar a passar pelo deserto da vida, levantar o certo e errado, que tem feito em todos os aspectos da vida, assim como perceber o quanto você tem maravilhas, ai dentro de você e é capaz de mudar de vida, basta somente querer.

Os pensamentos são os primeiros que devem ser policiados, o termo “ Orar e vigiar” nunca fez tanto sentido quanto agora, pois estamos envoltos por energias que materializam o que pensamos, por que não aprender a pensar corretamente?

Outra dica é sobre o processo de aprender a respirar, você sabe respirar? Pois é respirar da maneira correta é vida, é saúde é libertador.

E por ai vão as várias dicas para melhor sua qualidade de vida, não somente por bens materiais mas o que realmente importa a qualidade de vida de verdade.

Enfim, somos sim médicos de nós mesmos!